Uma professora da rede pública de Curitiba está encantada com a leitura de Turista das Civilizações.
Segundo a professora Silmara, a obra desperta “emoções a cada vírgula”, como se a voz do autor falasse diretamente ao seu ouvido.
Para ela, o livro é uma “sedução poética, carregada de energia, memória e presença”.
“Mais do que uma narrativa de viagem, Turista das Civilizações se revela como uma experiência sensorial: dessas que se pegam, se cheiram, se abraçam — e entram na alma”, afirma.

